Olá! Hoje vamos dar dicas de como transformar os terraços de apartamento em áreas agradáveis para receber, relaxar e praticar um hobby, seja no verão ou no inverno. Vamos conferir!
Nos últimos 15 anos a configuração dos apartamentos tem mudado bastante. Diminuem os espaços da área íntima e crescem os ambientes sociais. nesse novo layout, a varanda deixou de ser um apêndice externo do projeto para se transformar numa extensão da sala de estar. apostando no conceito varanda gourmet, as construtoras valorizam cada vez mais essa parte do imóvel e cabe ao morador o desafio de adaptá-la ao seu estilo de vida. assim, ao pensar na ambientação do terraço, avalie bem como quer usá-lo. não se fie em modelos prontos. Se você gosta de cozinhar para os amigos, vale a pena montar uma estrutura com pia, fogão, churrasqueira e mesa de refeições. Mas se isso não lhe agrada, invista numa decoração mais intimista, com estofados confortáveis para relaxar enquanto lê ou ouve música. Para quem tem criança, manter um espaço livre aqui dedicado às brincadeiras ajuda a manter o restante da casa em ordem. Enfim, já que a varanda existe, faça dela um lugar de uso efetivo, que seja agradável o ano inteiro.
As novas varandas geralmente já vêm equipadas com churrasqueira e pia. não tente mudá-las de lugar, pois sua localização segue projeto estrutural do edifício e qualquer obra nesse sentido torna-se complicada, acarretando a perda de garantia da construtora. Você pode, sim, incrementar os acabamentos. o granito preto são gabriel é um revestimento com baixo custo, bonito e fácil de limpar. O recurso é bem-vindo nessa área. O piso original das varandas nem sempre é atraente. Use deque de madeira. instale as placas sobre o revestimento já existente e regule a altura com barrotes e pés niveladores. Sobre os ralos, crie pequenos alçapões para facilitar a limpeza. Se quiser mesclar revestimentos, inspire-se no ambiente de nossa aula. a área de 35 m² foi dividida em canto gourmet e espaço de estar. Para setorizá-los, criou-se uma cama de seixos rolados n° 1, 2 e 3 e, sobre ela, cacões de pedra mineira sinalizam as pisadas.
Mobiliário adequado
Abertos ou fechados com vidros, os terraços são locais vulneráveis ao sol, ao vento e a umidade. além disso, facilmente se tornam o espaço mais usado da casa. Sendo assim, contar com móveis resistentes é inquestionável. Peças de madeira de demolição, de aço carbono e de metal com pintura eletrostática são ótimas opções. Outra dica importante: prefira cores claras. Elas aumentam a sensação de frescor no ambiente e não desbotam com o tempo. Para os sofás, tenha sempre uma capa sobressalente de tecido impermeável. Poltronas e mesinhas leves, que podem trocar de lugar sempre que for preciso, são bem-vindas nesta decoração.
Plantas melhoram o astral
Não importa o tamanho da varanda, sempre há espaço para enfeitá-la com vasos e floreiras. Espécies de origem mediterrânea se adaptam melhor às condições climáticas do ambiente. nessa seleção, entram várias
frutíferas, como pitangueira, laranjeira e pés de laranjinha kinkan. Uma ideia é plantá-las em vasos e usar como forração dinheirinho, hortelã ou sálvia. E por falar em temperos, eis aí mais uma variedade bem-vinda, principalmente se o terraço for gourmet. além dos já citados, você pode ter o alecrim e o louro. complemente com um belo arranjo de lavanda e tenha uma área sempre perfumada. Regar a cada dois dias é o suficiente para manter seu jardim de apartamento saudável e produtivo.
E você tem varanda em seu apartamento? Então corra decorar!!
Fonte: http://casa.abril.com.br/
Fonte: http://casa.abril.com.br/
Até mais, Helo.
Iluminação: planejando a luz certa para cada ambiente
By Heloise Travain - agosto 14, 2013
A primeira providência a ser tomada quando se quer iluminar os espaços da casa é avaliar que tipo de atividade ocorrerá ali: trabalhos que exigem precisão – cozinhar, passar roupa, estudar, maquiar-se, barbear-se -, momentos de lazer – assistir TV, ler, escutar música – ou receber socialmente. Também deve ser levado em conta o tempo que se pretende permanecer nesse lugar. Em seguida, eleja o que há de bacana na decoração e na arquitetura que mereça ser valorizado com a iluminação. Com esses dados em mãos fica mais fácil partir para o projeto específico de cada ambiente. No entanto, vale lembrar que iluminar é quase uma equação – não muito simples – e que por isso contar com um especialista faz diferença. Hoje, é possível contratar bons lighting designers, profissionais que geralmente trabalham em parceria com os arquitetos. Muitas lojas de iluminação também oferecem consultores treinados para auxiliar no desenvolvimento do projeto. Além de demonstrarem as diferentes maneiras de se iluminar um espaço, eles ainda fornecem as melhores alternativas de acordo com a planta do ambiente ou indo pessoalmente ao imóvel.
• Salas de estar e jantar: estas são áreas que requerem flexibilidade na iluminação. Elas precisam ser confortáveis tanto nas horas intimistas, quanto nos momentos de confraternização entre amigos. O ideal é contar com uma luminosidade tênue e difusa. Comece pelos pontos centrais, responsáveis pela luz geral do ambiente, aquela que apresentará o espaço como um todo, além de ser útil na utilização do dia-a-dia e na limpeza. Sobre a mesa de jantar, um lustre é imprescindível. Em seguida vêm os spots de facho localizado, que desenharão e destacarão os recortes da arquitetura, bem como estantes, quadros, mesas de centro, entre outros itens. Finalmente, distribua os abajures e as luminárias de piso, incorporando-os na linguagem do projeto. Essa claridade mais baixa e em tom rosado ilumina o rosto das pessoas, conferindo uma aparência saudável aos presentes. A utilização de dimmer nas salas é bastante indicada, pois garante a quantidade de luz adequada para cada ocasião.
• Quarto: aqui também é preciso ter uma iluminação geral para atender as atividades básicas, como limpeza, se movimentar entre os móveis e ter acesso ao interior dos armários. Quando dimerizada, essa luz torna-se adequada também para ler ou assistir TV antes de dormir. Para esse conforto, pode-se contar ainda com um abajur na mesa de cabeceira. Em quartos de casal a situação se complica caso marido e mulher tenham hábitos diferentes. Se um gosta de ler à noite e o outro não suporta o menor ponto de claridade na cama, a saída é apostar em luminárias com braço flexível, que localizam a luz somente sobre o objeto de leitura.
• Banheiro: além da luz geral, este espaço requer atenção extra com a iluminação da área da pia, onde fica o espelho. Banheiros de casal precisam ai ter flexibilidade. Isto porque o homem necessita de uma luminosidade mais chapada e uniforme para barbear-se. Já a mulher requer excelente reprodução de cor devido à maquiagem e cuidados com o cabelo. Tecnicamente, a melhor maneira de iluminar a bancada é a chamada luz de camarim, que clareira todo o perímetro do rosto, evitando sombras. Feito com uma série de lâmpadas incandescentes bolinha, distribuídas por toda a volta do espelho, o recurso tem inconvenientes, pois esquenta e ofusca o usuário. Para acompanhar o conceito, eliminando seu lado desconfortável, uma solução é adaptar luzes atrás do espelho, algumas voltadas para cima, de maneira que possam rebater no teto, e outras dirigidas para baixo. Nas laterais, use arandelas, localizando-as de forma que não invadam o campo visual de quem está na pia. É importante salientar que essa solução só funciona em ambientes com revestimentos claros.
• Closet: esqueça o jeito mais tradicional de iluminar esse espaço, isto é, instalando vários spots no centro do teto, voltados para os lados. Isso não funciona, porque ao acessar as roupas, você fará sombra a elas. Existem meios mais correto para se ter uma luz homogênea e uniforme. Um deles é investir em luminárias com uso específico para o interior de armários, iluminando individualmente os nichos. Outra opção é instalar lâmpadas de forma continua ao longo do centro do teto, ou então, localizar no forro, próximo à marcenaria, equipamentos assimétricos, cujos focos fiquem direcionados para a parte interna dos módulos. Em todos esses casos, a lâmpada mais indicada é a fluorescente. Saiba que hoje já existem modelos com 98% de índice de reprodução de cor.
• Cozinha: geralmente esse ambiente é entregue com apenas um ponto de luz central, o que não é suficiente, uma vez que aqui a maior parte das atividades é periférica. Não adianta intensificar a potência da lâmpada, porque quando a luz parte do meio do espaço, quem circula pelo local acaba fazendo sombra nas laterais. O ideal é dividir a iluminação em até três pontos isolados, conforme a configuração arquitetônica. Sobre a pia é preciso ter uma luz que gere contraste para facilitar a limpeza dos alimentos, louças e panelas. Já na área do fogão, a maior parte das coifas vem com lâmpadas halogenas, que suportam calor e têm excelente reprodução de cor. Procure sempre usar dimmer, isso contribui para baixar o consumo.
• Área de serviço: uma iluminação geral, feita com lâmpada fluorescente, é o bastante para dar qualidade luminotécnica ao espaço. Para poupar energia, recomenda-se usar luminária que receba duas lâmpadas, as quais podem ter circuitos desmembrados e assim ser acionadas individualmente, conforme a necessidade. Dimerizar também ajuda a economizar na conta de luz.
• Escritório: avalie o tipo de atividade do local. Se o trabalho acontece basicamente no computador, pode-se ter uma iluminação mais baixa, pois o monitor emite luz. Já quem lida com papel precisa de um ambiente bem mais claro. O recomendado é ter uma iluminação geral no plano de trabalho, nunca no centro do teto, e uma luminária de mesa articulável. Evite lâmpadas que provoquem calor, como as incandescentes e as halogenas.
• Corredor: uma das maneiras para se conseguir luminosidade homogênea é distribuir uma luz geral ao longo do centro do teto. Outra forma é usar spots duplos voltados apenas para as paredes. Sancas ou rasgos lineares no forro, ambos empregando lâmpadas fluorescentes, também dão resultado. Vale lembrar que linhas luminosas longitudinais enfatizam o comprimento do corredor, enquanto luzes não contínuas encurtam visualmente o ambiente.
Conhecer todas as lâmpadas disponíveis no mercado é missão quase impossível. Por isso, reunimos as mais populares e usadas.
• Incandescente: a mais antiga e tradicional das lâmpadas é tida como vilã no consumo de energia. Há inclusive um movimento mundial - Ban The Bulb -, que visa exterminá-la do planeta. No entanto, há certo exagero na questão. Para começar, trata-se de um equipamento de baixo impacto ambiental, pois leva em sua composição apenas vidro e metal, ambos recicláveis. Apesar de ser gastona, num espaço de pouco uso, como despensas ou louceiros, ela é a opção mais econômica que há. Tecnicamente falando, possui o menor rendimento luminoso, mas ainda nenhuma outra lâmpada conseguiu reproduzir sua acolhedora luz amarelada.
• Halógena: também não é das mais eficientes, mas está uma geração a frente das incandescentes. Da sua família fazem parte as dicróicas, as PAR e as refletoras AR. De dimensão pequena, trabalha por incandescência, ou seja, possui o mesmo filamento de tungstênio de sua irmã mais velha, porém em seu interior há um gás que melhora sua eficiência. Por exemplo, uma incandescente gera de 14 a 18 lumens* por watt **, enquanto uma halógena, gera entre 20 a 25 lumens por watt. Recentemente, foi lançada uma nova versão desta lâmpada. Trata-se de um bulbo esférico com metalização à base de ouro e prata, tratamento que permite que a radiação infravermelha, responsável pelo calor, volte para o filamento. Dessa forma, ela permanece com a mesma temperatura, porém consumindo menos energia. Uma lâmpada dessa de 35 watts equivale a uma normal de 50 watts, cerca de 20% a mais em eficiência. Há ainda uma outra versão dessa lâmpada, desenvolvida por um fabricante brasileiro. Aproveitando a estrutura da incandescente, com sua rosca de diâmetro 27 cm, foi introduzida dentro do tradicional bulbo em formato de pêra uma lâmpada halógena. Com isso, um modelo de 30 watts pode proporcionar luz equivalente a uma incandescente de 55 watts, além de ter um ciclo de vida maior, até 10 mil horas, contra as mil horas das incandescentes. Todas as halógenas são consideradas lâmpadas quentes.
• Fluorescente: desenvolvida no final dos anos 1930 para áreas de trabalho, está hoje entra as mais econômicas do mercado. As convencionais são tubulares, desde as mais grossas até as bem finas, estas lançadas recentemente. O modelo T5 é o de maior sucesso, pois tem 24 mil horas de vida, três vezes mais que sua antecessora, a T8. Sua temperatura de cor é bastante variada, indo do super branco até os amarelados. Também faz parte da família a T2, equipamento de 8 mm de diâmetro, há muito usado nos aviões. Entretanto, devido ao seu bom rendimento e luz suave, tem sido empregada para destacar detalhes da arquitetura e do mobiliário. Fininha, ela pode ser adaptada numa estreita canaleta e iluminar um móvel por baixo, bem como ficar oculta atrás da cabeceira da cama ou do criado-mudo. Mais conhecida no uso residencial, a fluorescente compacta se apresenta em luminárias específicas e também em modelos eletrônicos, aqueles que possuem corpo redondo de plástico com rosca de 27 cm, que podem ser usados nos mesmos soquetes das incandescentes. Com rendimento luminoso quatro vezes maior que as incandescentes e durabilidade bastante longa, essas lâmpadas precisam de refletores de alto brilho e ventilação. Fechadas dentro de luminárias elas queimam com facilidade.
• LED: esta é a mais recente tecnologia em termos de iluminação. Seu tamanho diminuto permite várias configurações, desde fitas finíssimas com cerca de 10 mm de largura e 3 mm de espessura, até produtos que lembram as lâmpadas bolinha. Todas de baixo consumo energético e ciclo de vida de 50 mil horas. Existem ainda os modelo similares às dicróicas, com diversas potências, configurações e cores. Podem ser usados em spots, proporcionando luz localizada. No entanto, sua potência é inferior à dicróica: é preciso três LEDs para chegar ao pacote de luz de uma halógena. No geral, todo LED funciona com 12 volts***, portanto requer um transformador específico. Não adianta querer usar o transformador da halógena, este não trabalha na mesma frequência e rapidamente queimará a lâmpada. Produto caro, o LED, também chamado de luz sólida, é fácil de ser dimerizado e se apresenta em quatro tonalidades bem precisas: vermelho, verde, azul e âmbar, que podem ir se alternando gradativamente.
• Catodo frio: pouco conhecida no Brasil para uso na arquitetura, esta lâmpada mescla o antigo néon com a tecnologia da fluorescente. Tem cerca de 40 mil horas de ciclo de vida e apresenta uma gama de mais de 50 cores – só o branco tem cerca de 9 temperaturas diferentes. De formato tubular, possui várias espessuras e pode ser modelada quente sob medida. Bastante econômica, é, porém, um produto de preço alto.
* Lumen (LM) – é o fluxo luminoso, a quantidade de luz emitida pela lâmpada.
** Watt (W) – representa a quantidade de energia consumida pela lâmpada – sua potência – e não sua intensidade de luz.
*** Volt (V) – é a tensão do local ou a energia que a lâmpada foi projetada para receber. Em alguns locais é 110, em outros, 22
Veja a seguir as principais técnicas para conseguir criar impacto com a luz. Todas elas requerem projeto e planejamento durante a obra, uma vez que sua execução exige infra-estrutura elétrica.
• Iluminação de destaque: feita por meio de spots com focos fechados embutidos no teto, ela enfatiza objetos decorativos e recortes da arquitetura, estabelecendo uma hierarquia de valores às peças.
• Wallwash: é produzido por luminárias assimétricas com refletores e lâmpadas tubulares contínuas, que “lavam” de luz a parede de forma uniforme, sem vazar para o teto ou piso. Indicado para realçar superfícies com quadros ou texturizadas.
• Up light: trata-se de uma iluminação que saí de baixo, ideal para valorizar coberturas. O recurso, também muito usado no paisagismo, tem efeito instigante, uma vez que nosso cérebro, de acordo com a natureza, está programado para perceber a luz vinda de cima, e o contrário gera um ponto de vista diferente.
• Luz integrada: hoje, com a tecnologia da miniaturização e do baixo índice de calor das lâmpadas fluorescentes, halógenas e leds, está cada vez mais confortável integrar a iluminação à arquitetura de interiores. Assim, é tendência usar luzes atrás da cabeceira da cama, embaixo do sofá ou da mesa, bem como explorar detalhes arquitetônicos com lâmpadas embutidas na alvenaria.
• Linear: ainda dentro da integração com a arquitetura, pode-se destacar os rasgos feitos entre o forro e a parede, descolando estas partes da alvenaria e dando a impressão de que um raio de luz natural entrou no ambiente. Esta mesma técnica é usada atrás de cortinas, proporcionando volume ao tecido, e também em prateleiras de estantes. Nesses casos é possível usar chapas refletoras com lâmpadas incandescentes, de preferência, dimerizadas. No entanto, isso demanda rasgos largos. Se quiser algo mais discreto, a dica é empregar lâmpadas xenon, que não só ocupam menos espaço, como têm melhor rendimento. Ideais para prateleiras sobre bancada ou em cortineiros, essas lâmpadas vêm encaixadas em práticos perfis de alumínio. Uma terceira alternativa é a fita de LED. De espessura bastante fina e baixíssimo consumo de energia, esse equipamento oferece lâmpadas nas cores âmbar, vermelho, azul e verde, que podem funcionar de forma isolada, ou serem programadas para se alternarem.
Improvisos que dão certo: Se foi impossível planejar a iluminação com antecedência, se você não pretende passar muito tempo morando onde está ou vai dar uma festa e quer um clima especial na sala, existem alguns truques para não gastar muito e conseguir um bom resultado luminotécnico. Comece pela iluminação indireta, espalhando algumas luminárias tipo coluna, que jogarão a luz para o teto, deixando o ambiente mais luminoso. Para contrabalançar com um pouco de dramaticidade, use abajures a meia altura com cúpula de tecido. Fazendo as vezes dos spots embutidos no forro, responsáveis pela iluminação focal, entram as luminárias de mesa com haste flexível, que podem voltar o facho para cima ou para baixo, ou então iluminar algum objeto, criando zonas de interesse. Nesse caso, lâmpadas incandescentes são as melhores.
Você pode usar também um pequeno abajur com lâmpada dicróica dentro de um vaso. O facho de luz definido irá gerar uma sombra interessante da copa da planta no teto, proporcionando um efeito de claro e escuro bastante agradável. Existe ainda, uma luminária, também à base de dicróica, que projeta um relógio analógico no teto ou na parede. É a Timebeam, criada pelo Sudio Dominici.
Velas também são bem-vindas. Com sua sombra trepidante, quando usadas isoladamente incomodam, mas se formarem conjuntos, asseguram uma atmosfera romântica por cerca de 8 horas.
Hoje, mais do que nunca, esses produtos estão suportados por diversas tecnologias para torná-los atraentes e sofisticados tanto no que diz respeito à eficiência, quanto a emoção que transmitem. Há cerca de meio século, os designers de luminárias priorizavam mais a função do que a beleza e faziam questão de expor a tecnologia usada no objeto. Um bom exemplo é a Bubble Lamp, uma série de luminárias criada em 1952 pelo americano George Nelson. Feitas a partir de um plástico desenvolvido para cargas marítimas e estrutura aramada de aço, tornou-se um ícone da época. Outra peça emblemática é a Tizio, desenhada nos anos 1970 pelo alemão Richard Sapper. Primeira a usar a pequena lâmpada halógena e funcionar sem fio, ela tem um surpreendente sistema de contra-peso que lhe confere desenho elegante, porém frio.
Já as luminárias do século 21 investem no emocional, refletindo a tendência do consumidor, que prioriza produtos atraentes, deixando a função de iluminar para os equipamentos escondidos na arquitetura. O que se vê de mais novo são produtos embasados por alta tecnologia, mas que parecem ter sido feitos à mão, um a um para cada ambiente. O resultado são luminárias que beiram a obras de arte, repletas de poesia. Os materiais também surpreendem. Nesta última Euroluce, feira bienal de iluminação, que ocorre em Milão, Itália, entre os destaques estavam as criações de David Trubridge, designer da Nova Zelândia que trabalha com madeira recortada a laser.
Usar recursos artesanais é outro viés da modernidade e para citar apenas um nome importante nessa área, vale destacar o inglês Angus Hutcheson. Morando na Tailândia, esse designer só usa materiais renováveis, como casulos de seda, galhos de árvore e rattan. Suas luminárias são é de baixo impacto ambiental e carregam uma grande carga emocional.
Fonte: http://casa.abril.com.br/
E ai curtiram?
Até mais, Helo.
Você fica cheia de dúvidas na hora de escolher as cores das paredes, móveis e decoração? Então confira alguma dicas para escolher sem erro!
O esquema cromático de uma decoração pode partir de dois pontos: da arquitetura (apenas uma ou todas as paredes) e do mobiliário. Quando se opta pela arquitetura, antes de chamar o pintor, é imprescindível que se façam testes de tinta na alvenaria. Isto porque a luz natural e artificial do ambiente geralmente altera a tonalidade que se vê na lata. Para não se arrepender com o resultado final, o ideal é escolher na cartela de cores os três tons próximos do matiz desejado e aplicá-los na superfície de maior incidência de luz. E por falar em iluminação, vale lembrar que as lâmpadas incandescentes e halógenas, com seu brilho amarelado, interferem muito pouco na aparência das cores, muitas vezes até as valorizando. Bem diferente do que acontece com as lâmpadas fluorescentes que, devido a sua luminosidade branca, interferem negativamente no esquema cromático do ambiente. Quando se determina que a cor virá da parede, uma dica valiosa é dar preferência aos tons fechados, como um vermelho, um verde ou um laranja escuros. Essas nuances recebem muito bem todas as demais cores. Ainda é preciso destacar que paredes coloridas têm o poder de despertar emoções e criar ilusão de ótica. O verde-piscina, o verde-água e o azul-claro são tons que tranquilizam. Já os vibrantes vermelho e laranja tendem a tornar os espaços mais dinâmicos. Para disfarçar paredes muito longas, nada melhor do que usar matizes escuros em suas extremidades, que também podem ser aplicadas em tetos altos, tornando-os visualmente mais baixos.
Definida a cor da parede o passo seguinte é aproximar da faixa pintada o maior número de amostras possível dos materiais que se pretende usar na decoração: madeiras, tecidos, tapetes, entre outras. Seguro de que há harmonia nas escolhas, eleja o elemento mais importante do espaço. Para maior entendimento, vamos supor que estamos lidando com o living. Nesse caso, a peça primordial pode ser o sofá, a mesa de jantar ou um grande tapete. Se a cor eleita para esse item tiver tonalidade quente, o mais prudente é pensar nos demais elementos da decoração seguindo a mesma temperatura cromática. Assim, um sofá marrom fará ótima companhia para poltronas de tom laranja, cor essa que necessariamente deverá aparecer em outros tópicos do ambiente, como obras de arte e objetos. Nesse esquema cabe ainda uma terceira cor, um vermelho, por exemplo, que pertence a mesma família das demais.
Outra forma de levar cor à decoração é por meio do mobiliário. Neste caso, as paredes ficam neutras e são os móveis, tapetes, objetos e todos os demais elementos fáceis de serem substituídos que aquecem o lugar. Quer um exemplo legal? Use na mesa de jantar cada cadeira de uma cor e vista o sofá com um tecido cujas listras mesclem quatro tonalidades diferentes, do laranja ao vermelho com pitadas de grafite. Almofadas turquesas arrematam o conjunto, tonalidade que pode se repetir num quadro ou outra obra de arte. Também dá bom resultado combinar lustre, quadros e cadeiras. O amarelo sobre o fundo branco da alvenaria rende efeito interessante.
Um dado que deve ser sempre lembrado é que o universo das cores é imenso. Todas elas têm inúmeras nuances, sendo algumas fáceis e outras nem tanto na hora de combinar. Mesmo porque, as cores primárias são as mais ingratas para se trabalhar. O amarelo puro, o azul puro e o vermelho puro são como água e óleo, jamais se misturam. Essas tonalidades podem surgir no máximo em pontos isolados do ambiente, mas nunca como predominantes. O mesmo vale para as cítricas que, além de não dialogarem com outras cores, tendem a se tornar cansativas num curto período de tempo. O conselho, então, é dar preferência aos tons variantes. A seguir, você acompanha combinações testadas e aprovadas.
• Ao contrário do que se acredita, quadros de colorido forte perdem a expressividade quando pendurados em paredes brancas. Para valorizá-los, a dica é pintar a alvenaria de cores como rato, grafite, cinza e marrom ou bege escuros.
• Ambientes pródigos em iluminação natural podem se tornar claros demais se toda a alvenaria for branca. A saída para torná-los aconchegantes é pintar uma ou duas paredes com tonalidades que filtram a luz, como marrom, turquesa e cinza escuro.
• Para quem quer algo mais abusado, sem perder o bom gosto, esta é uma boa opção: paredes em tom turquesa ou verde-piscina, tapete cinza e móveis e objetos oscilando entre marrom e vermelho.
• Quando alguma variação de vermelho é a cor principal do espaço, o ideal é que a mesma tonalidade apareça novamente, por exemplo, nas duas poltronas ao lado do sofá e na estampa do tecido que reveste alguma almofada e os assentos das cadeiras da mesa de jantar.
• Para combinar com o tom rato, as melhores escolhas são o magenta escuro, o vermelho-melancia e o laranja.
• Eis um conjunto afinado: amarelo-gema na parede, preto ou marrom-café no sofá e objetos em nuances de laranja ou turquesa.
• Ao contrário do que se acredita, quadros de colorido forte perdem a expressividade quando pendurados em paredes brancas. Para valorizá-los, a dica é pintar a alvenaria de cores como rato, grafite, cinza e marrom ou bege escuros.
• Ambientes pródigos em iluminação natural podem se tornar claros demais se toda a alvenaria for branca. A saída para torná-los aconchegantes é pintar uma ou duas paredes com tonalidades que filtram a luz, como marrom, turquesa e cinza escuro.
• Para quem quer algo mais abusado, sem perder o bom gosto, esta é uma boa opção: paredes em tom turquesa ou verde-piscina, tapete cinza e móveis e objetos oscilando entre marrom e vermelho.
• Quando alguma variação de vermelho é a cor principal do espaço, o ideal é que a mesma tonalidade apareça novamente, por exemplo, nas duas poltronas ao lado do sofá e na estampa do tecido que reveste alguma almofada e os assentos das cadeiras da mesa de jantar.
• Para combinar com o tom rato, as melhores escolhas são o magenta escuro, o vermelho-melancia e o laranja.
• Eis um conjunto afinado: amarelo-gema na parede, preto ou marrom-café no sofá e objetos em nuances de laranja ou turquesa.
Cor nunca sai de moda, o que acontece é que algumas de tempos em tempos se sobressaem. Cuidado! Não é porque essas tonalidades são a bola da vez que podem ser usadas indiscriminadamente. Para empregá-las com critério, o correto é combiná-las com matizes próximos ou com suas variantes.
Outro movimento atual é a migração das cores para elementos que até então primavam pela neutralidade. Estamos falando de bancadas de pia, gabinetes de cozinha e banheiro, além dos eletrodomésticos. Hoje, os brancos, pretos, cinzas e marrons dos mármores e granitos estão sendo substituídos pelos bordôs, vermelhos-melancia, azuis, verdes, amarelos e laranjas de materiais modernos, como o silestone e o limestone. Mais coloridas nos revestimentos e equipamentos, cozinhas e banheiros pedem atenção às paredes. Procure usar tonalidades que se contraponham de maneira harmoniosa com essas cores ou, então, aposte no branco.
Outro movimento atual é a migração das cores para elementos que até então primavam pela neutralidade. Estamos falando de bancadas de pia, gabinetes de cozinha e banheiro, além dos eletrodomésticos. Hoje, os brancos, pretos, cinzas e marrons dos mármores e granitos estão sendo substituídos pelos bordôs, vermelhos-melancia, azuis, verdes, amarelos e laranjas de materiais modernos, como o silestone e o limestone. Mais coloridas nos revestimentos e equipamentos, cozinhas e banheiros pedem atenção às paredes. Procure usar tonalidades que se contraponham de maneira harmoniosa com essas cores ou, então, aposte no branco.
Fonte: http://casa.abril.com.br/
E ai, gostaram?
Até mais, Helo!
Olá! A estampa de Azulejo Português esta invadindo o mundo da moda nesse verão 2013/2014. A estampa típica da arquitetura colonial esta com tudo, nunca cai de moda é firme e atemporal. A tendência surgiu nas passarelas das grifes de luxo Just Cavalli e Valentino, conquistando fashionistas internacionais e nacionais.
Depois de um verão bem colorido com a tendência Color Blocking e um inverno recheado de looks preto e branco, agora é vez dessa combinação de cores mais românticas. Com a cara do Brasil, alegre e ousado, vale a pena investir em uma peça de roupa, peças de design, revestimentos e ficar por dentro da moda!
E aí o que vocês acharam?
Até mais, Helo.
Hello! Para você que quer aproveitar o final de semana para inovar sua casa e ainda fazer compras não pode ficar de fora dessa promoção da loja Atmosfera A. Na compra de um sofá + poltrona você ganha de 20 a 50% de descontos, imperdível!
A loja fica localizada na Rod. Osvaldo Reis n3487 - Praia Brava, Itajaí, SC.
Telefone: (47)33497629
Não perca tempo, até mais, Helo.
Na noite de ontem, aconteceu na Univali em Balneário Camboriú, a palestra do NDVale com Cristinha Marinho, sobre tendências de comportamentos do novo consumidor. A palestra foi destinada para donos e funcionários das lojas associadas ao NDVale. Bem humorada a palestra rendeu risadas e muito aprendizado. Cristinha Marinho abordou vários temas da venda e pós venda, mudanças no comportamento do consumidor atual, e como devemos tratar esse consumidor, a diferença entre o publico feminino e masculino, e a importância de nós, vendedores, estarmos bem informados para passar novidades e segurança ao cliente.
O blog Hinteriores esteve presente e não deixou de anotar alguma dicas para que você leitor possa ter uma idéia de tudo o que rolou por lá. Vamos conferir?
Como todos nós sabemos o consumidor atual evoluiu, e muito. Ele não quer mais simplesmente comprar um produto mas sim entender tudo o que envolve esse novo mundo. A mulher quer mostrar que entende e conhece as novas cores do mercado, quer saber pronunciar os nomes difíceis, de produtos, lugares, e algumas querem até esnobar a vendedora, somente para mostrar seu poder. Ela esta muito bem resolvida. Por isso o vendedor(a) deve estar pronto para explicar todos os detalhes do produto e antenado nas tendências, a consumidora quer mais do que nunca saber como usar, o que esta se usando e ainda o porque ter esse produto. Já o homem quer ser sofisticado, pois sofisticação é sinonimo de evolução, apesar de muitos ainda serem conservadores, querem ser os provedores, por isso a importância de sempre se dirigir ao homem no ato de pagamento da conta, pois por mais que o dinheiro possa ter vindo da mulher, muitos homens se sentem constrangidos se eles não pagarem a conta. Eles querem ser tratados como Rei.
A moda e design estão altamente relacionadas ao comportamento. O consumidor em geral quer ser tratado com reconhecimento e respeito. Elogie, tenha sempre preparado mimos, brindes, comemore a conquista do seu cliente, por mais simples que seja, comunique as conquistas da sua loja para que ele se sinta importante. Faça ele se sentir em casa, com tratamento íntimo. O cliente quer ter experiências únicas, que fará com que sua loja se torne um referencial em seus meios de contato. A loja deve estar preparada com apelos sensoriais e tecnologia. Surpreenda seu cliente.
SOFISTIQUE - RECONHEÇA - RESPEITE - ENCORAJE - ENTREGUE CONTEÚDO
Bom, esse foi apenas um resumo de todos assuntos da palestra. Você que tem uma loja procure sempre inovar, conhecer as novidades, fazer seu cliente se sentir privilegiado por fazer parte de cada conquista. Estude, busque conhecimento!
Até mais, Helo.
Mais sobre Cristina Marinho acesse: nmarinho.com.br/
Flores dentro ou fora de casa são sempre bem vinda, trazendo alegria e vida para qualquer ambiente. Mas hoje é a vez de falar das jardineiras, lindas e que fazem toda diferença. Onde elas estão presentes roubam a atenção, e transmite a sensação de um lugar acolhedor. Você com certeza ao passar na frente de uma casa com jardineiras nas janelas se pegou encantado admirando as plantas e flores ali presentes, e isso provavelmente deixou seu dia mais alegre. Hoje vamos aprender a montar corretamente uma jardineira e assim poder colocar em prática! Vamos lá?
Uso de folhagem:
- Forma e cor: As folhagem irão acrescentar forma e cor à sua jardineira, o ano inteiro.
Escolha de plantas:
- Plantas delicadas: Considere a possibilidade de incluir plantas sensíveis, pois estas irão desenvolver-se melhor ao abrigo de uma parede, do que no chão.
- Plantas altas: Evite usar plantas muito alta, a não ser que a jardineira esteja em local abrigado. Plantas altas fazem com que a jardineira fique pesada no topo e em, consequência, instável. Procure escolher plantas de formas compactas.
Como misturar e combinar cores:
- Ao selecionar suas plantas e escolher ou decorar sua jardineira, considere a cor da sua casa e se a jardineira é proporcional ao peitoril da janela.
E ai, gostaram do post? Dúvidas, deixe seu comentário!
Até mais, Helo.







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